Imagem: Getty Image
Por: Fabi
Ontem em casa rolou um momento nada confortável. Sabe estes em que a gente briga com os filhos, com o marido, se sente incompreendida e antes de dormir pensa: eu poderia ter feito tudo de forma diferente?
Pois é, eu caio na minha própria armadilha muitas e muitas vezes. Como um processo cíclico. Algo desencadeia minha ansiedade, Joaquim pega no ar, começa a pirraçar e uma voz gigantesca fala em minha cabeça: QUEM É QUE MANDA, VOCÊ OU ELE?
Então, fico desesperada para educá-lo, fico com o coração duro, penso que tenho que ser forte e é nesse momento que cometo o maior de todos os erros.
Quem consegue educar, ou mesmo acalmar uma situação traindo aquilo que o coração pede?
Eu sabia exatamente o que precisava fazer, mas no calor da situação eu não permiti que isso aflorasse. Alimentei a coisa errada até que cedi e num determinado momento catei Joaquim no colo, disse o quanto o amava, pedi desculpas e tudo começou a entrar nos eixos novamente.
O mais engraçado é que isso mina a minha qualidade de mãe. Fiquei pensando que era uma péssima pessoa para Joaquim pelo fato de não me controlar nestas situações.
Ai, antes de deitar me conectei e li uma coisa que me fez refletir (e rir).
Uma amiga fofa postou que depois de dias de birra sentou e chorou junto com o filho e que ambos estavam bem por conta disso.
É bom, muito bom saber que não estamos sozinhas, certo?
Recado pro Joaquim. Filho, você vai ler muitas coisas de sua mãe quando for maior. A internet permite isso. Logo, quero que saiba que estou tentando fazer o melhor, mas sou de verdade e passo por enormes dificuldades. Te amo bebê!!! :)
Bjs grandes!
